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Um Natal para recordar

E assim, sem darmos por isso, é Natal. Mas será que este vai ser um Natal para recordar? Palavra ao coração enquanto ele reflete sobre isso.

Este vai ser, acredite, um Natal para recordar. Mesmo que não seja pelos melhores motivos, certamente haverá vários que nos vão fazer dar valor a tudo de bom que temos. Ora foi exatamente assim que se passou no Natal de alguém que aprendemos a conhecer muito melhor este ano – o coração. Senão veja:

O coração chega a casa

Um coração está a chegar a casa depois de mais um dia de trabalho. A maior parte das pessoas não pensa nisso, mas os corações trabalham que se desunham. Levar o sangue a partir dos ventrículos a todas as partes do corpo ou participar ativamente na nossa respiração, são apenas duas das muitas funções deste trabalhador incansável.

Um Natal para recordar: pontos negativos

Hoje vem chateado. Quase triste. Esteve a fazer um balanço no ano e o que viu não lhe agradou nada. Logo à cabeça, a continuação da pandemia da COVID-19. Afinal, sabemos que a infeção pelo novo coronavírus pode revelar-se mais grave em doentes com a saúde cardiovascular comprometida.

 

Depois, as já habituais doenças cardiovasculares. Este ano, em especial, recordou-se de se ter falado muito da hipertensão arterial, uma doença que no nosso país atinge cerca de 42% da população adulta; da insuficiência cardíaca, que surge como consequência de uma alteração estrutural dos corações  (bate na madeira) e pode ter resultados pesados; e da fibrilhação auricular, onde ele próprio, o coração, deixa de bombear sangue e ocorre uma paragem cardíaca.

 

Para terminar «em beleza», há por aí muito o hábito de se comer muito e muito mal, por assim dizer, e especialmente nesta altura do ano. Ainda para mais porque logo depois o desporto favorito passa a ser ficar sentado em frente da televisão.

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386.

Um Natal sem álcool de copo na mão?

Em resumo, um ano pesado para si e para outros corações por esse Mundo fora.

Um Natal para recordar: muitos e muitos sinais de esperança

É com este espírito tudo menos natalício que o coração decide sentar-se na poltrona lá de casa e acender a lareira. Aconchegado e mais quentinho, vem-lhe uma epifania. «Isto não pode ser! Será tudo assim tão mau?».

 

Uma reflexão mais cuidada permite-lhe perceber que não é bem assim. Afinal, há as vacinas (e não só a da COVID-19) que salvam todos os dias corações novos e velhos. Há muitas estratégias para adotar no combate a um dos seus principais inimigos: o tabaco. Há o exercício físico regular, a prevenção que pode ser feita para evitar N doenças cardiovasculares. Ah, e nem é preciso fazer dieta por esta altura: o que interessa é escolher bem o que comer

Feliz Natal!

O ano de 2021 não foi mau. Pelo contrário. Todos aprenderam mais sobre o que fazer para o manter saudável. Quanto muito devia estar agradecido.

 

Com esta ideia em mente, e bem agasalhado, o coração assomou-se da janela. Estava muita gente na rua ainda, naquela correria habitual antes da consoada. «Obrigado a todos por este 2021. Para o ano ainda vai ser melhor. Ah, e Feliz Natal!». Algumas pessoas olharam, outras nem por isso. Um menino pequeno, de mão dada com a mão acenou-lhe. Cheio de si o coração veio para dentro. Era Natal e este, em especial, iria valer bem a pena.

 

Um ano depois, obrigado por continuar por aí. De toda a equipa Cardio 365º: um Feliz Natal! Ademais, já sabe, junte-se à comunidade Cardio 365º!

Referências
  • Cardio 365º

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