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Explicador: a importância de controlar o colesterol

É um dos mais importantes indicadores de risco cardiovascular. Controlar o colesterol é, por isso, muito importante. Vamos saber como e porquê?

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Hoje, a Dra. Sílvia Monteiro, cardiologista no Centro Hospitalar e Universitário da Universidade de Coimbra, volta à nossa companhia com um tema bastante relevante: controlar o colesterol é importante porquê? E que mitos há associados a este indicador de risco cardiovascular? Em seguida, veja o vídeo para descobrir as respostas.

Doenças cardiovasculares e colesterol: a relação

Muitas vezes são pedidas análises ao colesterol total. No entanto, um dos mais importantes indicadores que aí vamos encontrar é o chamado colesterol-LDL (c-LDL), mais conhecido por «mau colesterol». Porquê? Porque é ele um dos que mais pistas nos vai dar na avaliação do risco de doença aterosclerótica.

 

Nesta doença, muito prevalente junto da população portuguesa, as placas de gordura que se acumulam são depois responsáveis por problemas mais graves, como é o caso do enfarte agudo do miocárdio ou do acidente vascular cerebral (AVC). Ou seja, quanto mais baixos os níveis de colesterol-LDL, melhor!

Haverá então um valor de colesterol-LDL recomendado?

Controlar o colesterol implica, por isso, manter controlados os níveis de colesterol-LDL. Esse valor difere de doente para doente pois está associado ao risco cardiovascular global de cada um.

 

No entanto sabemos que:

 

  • Doentes que já tiveram um AVC, enfarte ou doença arterial periférica
    OU
  • Que não tendo tido estes eventos, mas tenham exames que mostram a presença de doença aterosclerótica
    OU
  • Doentes diabéticos e/ou com doença renal crónica

 

São os doentes cujo alvo é o colesterol «quanto mais baixo melhor», a saber: c-LDL < 55 mg/dL e uma redução de 50 % dos valores de c-LDL.

 

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Explicador: o que fazer depois de um evento cardiovascular

É possível controlar o colesterol?

Sim, em combinação com um estilo de vida saudável, existem também terapêuticas atuais, com eficácia e segurança demonstradas, que permitem uma redução significativa dos seus valores. Entre estas, as estatinas são a terapêutica de primeira linha. Recentemente, fármacos designados por inibidores da PCSK9, permitem reduzir os níveis de c-LDL de forma significativa e, assim, reduzir os eventos cardiovasculares.

 

Este controlo deve ser feito com medições antes de iniciar a terapêutica, depois (para perceber se ela está a funcionar) e, atingido o alvo terapêutico, com medições de 6 em 6 meses para perceber se se mantém.

 

Esta avaliação, bem como a terapêutica a adotar, é da inteira competência do seu médico e, por isso, só por ele deve ser feita.

 

Elucidado? Os temas são mais que muitos na nossa comunidade Cardio 365º!

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